Quando um núcleo encontra-se em um estado de excesso
de energia interna, ele é instável e, portanto, radioativo. Tão logo seja
possível, os componente desse núcleo tenderão a acomodar-se em um estado de
menor energia, as custas da emissão de uma partícula Alfa “α”, Beta “β”
(elétron ou pósitron ) ou raio gama “γ”
(um fóton), adquirindo, assim, uma configuração mais estável.

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Onde λ é a constante de desintegração (ou
constante de decaimento), característica do núcleo em questão. |